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sábado, 29 de março de 2014


Pacto do amor: quando as pessoas se amam...
Josimara Neves


Em um contexto onde se vê tantas atrocidades, onde as tragédias são exibidas diariamente em noticiários e jornais que alimentam nas pessoas a sensação de que o mundo é ruim e as pessoas são más, é difícil acreditar em relações verdadeiras, sentimentos excelsos, atitudes nobres, pessoas capazes de abdicarem de seus sonhos para cuidar de quem precisa. É difícil, mas em meio a tantos acontecimentos e notícias ruins encontramos algumas pessoas, não muitas, que:

 sabem o real sentido de amar,

 conseguem doar sem esperar receber algo em troca,

 semeiam amor,

 lançam sementes de esperança, 

arrancam sorrisos de rostos entristecidos,

 acariciam faces envelhecidas,

 ouvem falas repetitivas de idosos que precisam repetir as mesmas histórias para se reconhecerem no tempo e no espaço,

cantam para dar à vida, uma trilha sonora digna de ser ouvida,

contagiam o ambiente com alegria para espantar a tristeza alheia.

Sim, é possível encontrar o real sentido do amor. Pessoas que amam verdadeiramente são patrimônio da humanidade, emanam para o mundo energia positiva, têm um magnetismo que as fazem ser diferenciadas. A todas as pessoas que exercitam o amor em suas vidas eu desejo que o coração seja a sua bússola sagrada e o céu, o seu norte. Desejo-lhes que sempre haja força suficiente para enfrentar as dificuldades, que  a fé seja renovada a cada dia impedindo que pensamentos de desistência tentem atrapalhá-las para que prossigam no caminho do bem.

Acredito que amar é a experiência que mais nos aproxima de Deus. E colocar em prática o amor é a forma mais verdadeira de sentir que não há vínculo mais consistente do que aquele firmado entre pessoas que se amam!

É disso que eu estou falando: veja o vídeo abaixo!



   Um domingo cheio de amor para todos!!!
Bjim da Josi

 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Hoje  recebi esse texto de um amigo e como me tocou intimamente eu gostaria de compartilhar com vocês para que se sintam tocados também!!!



Há de se cuidar da amizade e do amor


A amizade e o amor constituem as relações maiores e mais realizadores que o ser humano, homem e mulher, pode  experimentar e desfrutar. Mesmo o místico mais ardente só consegue uma fusão com a divindade através do caminho do amor. No dizer de São João da Cruz, trata-se da experiência da “a amada(a alma) no Amado transformada”.

Há vasta literatura sobre estas duas experiências de base. Aqui restringimo-nos ao mínimo. A amizade é aquela relação que nasce de uma ignota afinidade, de uma simpatia de todo inexplicável, de uma proximidade afetuosa para com a outra pessoa. Entre os amigos e amigas se cria uma como que comunidade de destino. A amizade vive do desinteresse, da confiança e da lealdade. A amizade possui raízes tão profundas que, mesmo passados muitos anos, ao reencontrarem-se os amigos e amigas, os tempos se anulam e se reatam os laços e até  se recordam da última conversa havida há muito tempo.

Cuidar da amizade é preocupar-se com a vida, as penas e as alegrias do amigo e da amiga. É oferecer-lhe um ombro quando a vulnerabilidade o visita e o desconsolo lhe oculta as estrelas-guias. É no sofrimento e no fracasso existencial, profissional ou amoroso que se comprovam os verdadeiros amigos e amigas. Eles são como uma torre fortíssima que defende  o frágil castelo de nossas vidas peregrinas.
A relação mais profunda é a experiência do amor. Ela  traz as mais felizes realizações ou as mais dolorosas frustrações. Nada é mais misterioso do que o amor. Ele vive do encontro entre duas pessoas que um dia cruzarem seus caminhos, se descobriram no olhar e na presença e viram nascer um sentimento de enamoramento, de atração, de vontade de estar junto até resolverem fundir as vidas, unir os destinos, compartir as fragilidades e as benquerenças da vida. Nada é comparável à felicidade de amar e de ser amado.  E nada  há de mais desalodor, nas palavras do poeta Ferreira Gullar, do que não poder dar amor a quem se ama.
Todos esses  valores, por serem os mais preciosos, são também os mais frágeis  porque  mais expostos às contradições da humana existência.
Cada qual é portador de luz e de sombras, de histórias familiares e pessoais diferentes, cujas raízes alcançam arquétipos ancestrais, marcados por experiêncis bem sucedidas ou trágicas que deixaram marcas na memória genética de cada um.
O amor é uma arte combinatória de todos estes fatores, feita com sutileza que demanda capacidade de compreensão, de renúncia, de paciência e de perdão e, ao mesmo tempo, comporta o desfrute  comum do encontro amoroso, da intimidade sexual, da entrega confiante de um ao outro. A experiência do amor serviu de base para entendermos a natureza de Deus: Ele é amor essencial e incondicional.
Mas o amor sozinho não  basta. Por isso São Paulo em seu famoso hino ao amor, elenca os acólitos do amor sem os quais ele não consegue subsistir e irradiar. O amor tem que ser paciente, benigno, não ser ciumento, nem gabar-se, nem ensoberbecer-se, não procurar seus interesses, não se ressentir do mal…o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta…o amor nunca se acaba(1Cor 13, 4-7). Cuidar destes acompanhates do amor é fornecer o húmus necessário para que o amor seja sempre vivo e não morra pela indiferença. O que se opõe ao amor não é o ódio mas a indiferença.
Quanto mais alguém é capaz de uma entrega total, maior e mais forte é o amor. Tal entrega supõe extrema coragem, uma experiência de morte pois não retém nada para si e mergulha totalmente no outro. O homem possui especial dificuldade para esta atitude extrema, talvez pela herança de machismo, patriarcalismo e racionalismo de séculos que carrega dentro de si e que lhe  limita a capacidade desta  confiança extrema.
A mulher é mais radical: vai até o extremo da entrega no amor, sem resto e sem retenção. Por isso seu amor é mais pleno e realizador e, quando se frustra, a vida revela contornos de tragédia e de um vazio abissal.
O segredo maior para cuidar do amor reside no singelo cuidado da ternura.  A ternura vive de gentileza, de pequenos gestos que revelam o carinho, de sacramentos tangíveis, como recolher uma concha na praia e levá-la à pessoa amada e dizer-lhe que, naquele momento, pensou carinhosamente nela.
Tais “banalidades” tem um peso maior que a mais preciosa jóia. Assim como uma estrela não brilha sem uma atmosfera ao seu redor, da mesma forma, o amor não vive  sem um aura de enternecimento, de afeto e de cuidado.
Amor e cuidado formam um casal inseparável. Se houver um divórcio entre eles, ou um ou outro morre de solidão. O amor e o  cuidado constituem uma arte. Tudo o que cuidamos também amamos. E tudo o que amamos também cuidamos.
Tudo o que vive tem que ser alimentado e sustentado. O mesmo  vale para o amor e para o cuidado. O amor e  o cuidado se alimentam da afetuosa preocupação de um para com o outro. A dor e a alegria de um é a alegria e a dor do outro.
Para fortalecer a fragilidade natural do amor precisamos de Alguém maior, suave e amoroso, a quem sempre podemos invocar. Daí a importância dos que se amam, de reservarem algum tempo de abertura e de comunhão com esse Maior, cuja natureza é de amor, aquele amor, que segundo Dante Alignieri da Divina Comédia “move o céu e as outras estrelas”  e nós acrescentamos: que comove os nossos corações.

Leonardo Boff é autor de  O Cuidado necessário, Vozes 2012.




segunda-feira, 2 de dezembro de 2013


Dicionário da alma!
Josimara Neves




As palavras não são meramente o que constam no dicionário. Definir o amor em forma de vernáculo é como descrever o céu sem incluir as estrelas e a lua. É como dizer que criança é um conceito que fala sobre uma fase do desenvolvimento humano sem incluir a inocência pueril, o mundo do faz de conta, a felicidade gratuita contida naquilo que é essencial e que só descobrimos quando crescemos.
Dizer que a saudade é nostalgia é uma pobreza vocabular, mas acima de tudo, sentimental. Saudade é aquele sentimento que justamente por ser tão intenso e pulsante, muitas vezes, não  há palavra que o defina. Talvez um abraço de quem se foi, a presença de quem nos marcou, o cheiro de quem amamos, a voz que tanto nos falou, a risada de quem nos fez feliz possa melhor explicar o conceito de saudade! Saudade é – para mim – o desejo do retorno, do reencontro e de tudo aquilo que de tão bom que foi acabou por se petrificar dentro de mim! Às vezes eu penso que a saudade congela - dentro de nós- as memórias que desejamos não esquecer! Saudade é a forma que encontramos de não deixar morrer o que nos mantém vivos, é como uma esperança pretérita, àquela que nos preserva o desejo de voltar para poder sentir novamente o que foi sentido uma vez, mas que é relembrado sempre! Saudade é fechar os olhos e enxergar por dentro, é ser capaz de descrever um momento que aconteceu há muito tempo com a emoção de como se fosse ontem. Saudade é uma tatuagem que as lembranças desenham na alma para não nos esquecermos de tudo aquilo que nos “marcou.”
Falar que  felicidade é qualidade ou estado de quem é feliz não diz nada sobre o que é ser feliz! Felicidade é a melhor forma de não caber em si mesmo, por isso, quem é feliz é extravagante: ri alto, gesticula, movimenta, pula, grita, canta no chuveiro, dança na chuva e contagia! Eu não conheço nenhuma pessoa que seja feliz que não queira compartilhar alegria, pois, a felicidade possui uma magia que se esparrama pelo ar, arranca sorrisos, causa surpresas e desperta amor! Felicidade é a forma que a alma encontrou de pôr para fora o que não cabe dentro! É a arma dos fortes e o segredo dos encantadores! Felicidade é a maneira que o otimismo encontrou de colocar emoção em nossas ações e de aquecer os corações!
Definir vida como modo de viver é tão abstrato quanto dizer que morte é o não viver!
Vida é vida! Só de  pronunciar dá vontade de gritar “viva!” Vida é o brilho que mantém os olhos da alma abertos, é a pulsão do querer, do desejar, do sonhar! É tudo aquilo que traz movimento e que nos impulsiona a ir para frente, é o descontentamento que nos faz buscar novos horizontes, a insatisfação inquietante que proporciona o desejo de mudança, a rebeldia que nos leva a não aceitar menos do que merecemos! É a capacidade de dizer “não” para tudo aquilo que não acrescenta, não soma e nem faz diferença.
Vida é o movimento de não entregar-se à morte, é a luta incessante, a busca constante, os sonhos latentes!
Vida é o “sim” que dissemos a Deus quando aceitamos nascer!
Vida não é apenas o que nos mantém vivos, mas sobretudo, tudo aquilo que não nos deixa morrer!
Por esses e outros conceitos que não dá para considerar apenas o que o dicionário define. O verdadeiro significado das palavras é o mesmo que acontece com as fotografias: o que não foi registrado é, verdadeiramente, o que fica!

Abra o seu coração e consulte o dicionário de sua alma!!!
Boa semana!!!
Beijo da Jô

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


E quem não o conhece?
By Josimara Neves


 Ele está em todos os lugares mesmo quando não é possível visualizá-lo.
Está na ponta da língua das pessoas que não param de pronunciar e adoçam a boca quando falam dele.
Está entre os maiores anseios do ser humano.
Está em bilhetes... em pichações...em cartas...
Está em lugares inesperados, em corações frágeis, carentes e apaixonados!
Está entre muitos e encontra-se ausente entre tantos outros.
Está nos refrões das músicas, no enredo das histórias, nos romances e nos filmes melosos. Está no Google, no Facebook, nos cadernos, nas fotografias, nas lembranças...
Está em tantos locais e ao mesmo tempo, em lugar algum...
Às vezes, ele parece um fantasma que amedronta as pessoas frágeis e medrosas.
Às vezes, ele é tão encantador que assusta quem é desconfiado!
Ele é tão necessário e importante que têm pessoas que preferem distanciar-se a qualquer tipo de aproximação que suscite emoções que possam se dissolver com o tempo...
Ele é tão mágico que tem o poder de transformar pessoas como se fosse uma poção.
Ele também é incompreendido e anda na contramão.
Em alguns momentos se aloja em corações inférteis que não sabem recebê-lo.
Ele é persistente e deseja encontrar alguém que saiba e queira senti-lo...
Ele é tão profundo que quem ousa enxergá-lo pela superfície corre o risco de não conhecê-lo...
Ele é cobiçado por muitos, mas poucos o têm...
Tantas buscas sem encontros...
Tantos desencontros nos encontros...
Tantos caminhos perdidos...
Tantas perguntas sem respostas...
Tantas pessoas  procurando em lugares errados...
Tantas pessoas tentando comprá-lo e não conseguem, pois ele se conquista!
Você já ouviu falar, tenho certeza!
Já o sentiu, é provável!
Já o desejou, é certo!
Já o quis de todas as formas, acredito!
Então, você o conhece? Sabe sobre o que estou falando?
Vai me dizer que nunca amou? Que não sabe o que é o amor?
Confesso que se você disser que não, isso não me assustará, pois tenho visto que o “amor” se tornou uma espécie de Deus: a gente não vê, não  toca, mas  sabe que existe! Quanto mais se acredita e se entrega, mais perto ele está! Mais ele aquece os nossos corações, mais ele dá sentido em nossas vidas! O “Amor” é como um Deus que a gente elege para acreditar, para seguir, para se entregar de corpo e alma, para “amar” incondicionalmente! Sim! “Amor” para amar! Amor quando vivenciado se torna “amar” (verbo conjugado e praticado): amor-amar; fé-Deus; amor-amar; fé-Deus!!! Ou seja, Deus só existe para quem tem fé e, amar só acontece quando se acredita no amor!!! Amor e Deus (apenas quatro letrinhas): estão na boca da maioria, mas no coração de poucos! Falar de amor é fácil, difícil é “subverbar”: transformar o substantivo em verbo, a palavra em ação, o sonho em realidade, o amor em prática, AMAR!

                                                                Fonte: Google/Imagens
A gente vê o mundo conforme o que tem dentro. Quem não consegue amar, no fundo, é quem mais precisa de amor. Quem tem insegurança, no fundo, necessita dela...
Quem vive de regras, no fundo, tem medo de perder o controle.
Quem vive apaixonado, no fundo, é romântico por natureza.
Quem aposta no amor, no fundo, sabe que é um jogo que nunca se perde, pois, mesmo quando não dá certo, vale à pena ter vivido.
Hoje eu sei que quase tudo o que vivi foi mera extensão do que já existia em mim, por isso, aprendi que eu não posso culpar ninguém por ter entrado na minha vida (mesmo que de forma efêmera) e despertado sentimentos que já me pertenciam. As pessoas passam e o que fica é aquilo que já era seu e não precisa do outro para poder existir! (By Josimara Neves)

Gostou do blog?
Então ajude-me a expandir a minha liberdade de expressão!
Você é sempre bem-vindo/a!

Beijo da Jô





quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Tudo sobre relacionamento...


É o que todo mundo gostaria de saber!

Josimara Neves

Por que cada vez mais as pessoas estão buscando entender sobre relacionamentos? Será que é devido à dificuldade de mantê-los? Será que é porque as relações estão descartáveis? Será que é porque as mulheres lutaram tanto para ter a “bendita” liberdade e hoje não sabem usá-la?
Sempre gostei de falar sobre mulheres, homens e relacionamentos. Confesso que fui bem feminista em alguns momentos, até mesmo “machista” em outros e bem generalista na maior parte do tempo. E quer saber, tudo foi e ainda é muito válido pra mim. Aprendi com o tempo e com as minhas experiências “tragicômicas” que não existe fórmula nem equação. Um segredo que serve pra um pode não servir para o outro porque o coração (como diz a minha linda mãezinha): “é terra que ninguém penetra.” Sendo assim, por mais que filosofemos a respeito, ainda estaremos falando de um campo subjetivo, profundo, complexo e até mesmo pouco acessado por muitos!
Há quem sonhe em amar, mas não sabe por onde começar...
Há quem ama, mas não conhece limites...
Há quem finja não amar, mas esconde de si mesmo o amor...
Há quem  se apaixona e diz que ama, mas não conhece a diferença.
Há quem gosta, mas não ama!
Há quem tenha respeito, um carinho fraternal, mas não sente desejo “carnal.”
Há quem se esforça para não ser amado, mas no fundo, é o que mais desejaria.
Há quem subestime a importância do amor e com isso, vive com rancor.
Há quem tenha feito sexo e não saiba como é “fazer amor”...
Há quem saiba o que é “fazer amor” e não quer saber de “sexo”...
Há quem entre numa relação mergulhando de cabeça e se depara com
 um parceiro que só sabe boiar na superfície.

Há quem bóie na superfície e depois descobre o prazer de mergulhar na    profundidade do amor.
Há quem se acostuma com a solidão pra não ter que encarar uma frustração.
Há quem exija pouco de um relacionamento e se satisfaz com migalhas...
Há quem tenha fome de amor e se sente insaciável...
Há quem tenha teorias e só! Há quem tenha histórias pra contar, lembranças de amores para recordar...
Há quem nunca tenha amado... Há também quem nunca tenha se permitido ser amado...
Há quem tenha medo de amar...
Há quem tenha medo de perder...
Há quem tenha medo de se apegar
E depois sofrer...
Há por aí de tudo um pouco: médicos, engenheiros  e empresários muito bem-sucedidos profissional e financeiramente falando, mas falidos emocionalmente: com medo de serem descobertos em suas fraquezas e fragilidades, com dificuldade de estabelecer vínculo, com insegurança por não saberem se as pessoas estão com eles pelo o que são ou pelo que têm.
Há quem comece uma relação cujo começo já é o fim...
Há quem só consegue viver a fase inicial de um relacionamento...
Há quem pule etapas...
Há quem tenha na mente a ideia fixa do sofrimento...
Há quem não suporte a rejeição...
Há quem prefira a ilusão...
Há quem se sinta abandonado...
Há quem sofra por ser “mal amado!”
Há quem crie uma casca protetora tão grande ao redor do coração que, no final das contas, acaba se ferindo!
Eu acho que “isso” e tudo “isso” e mais um tanto de “isso” tem ajudado as pessoas a se tornarem mais “espinhentas”, mais “inacessíveis”, mais “protegidas” e, acima de tudo, mais “INFELIZES!”
Percebo que o medo de sofrer é maior do que o desejo de amar...Que o medo de perder faz com que muitas pessoas se autoboicotem utilizando o sistema que eu chamo de “Freio de mão”, ou seja, sempre que surge uma brechinha para o novo, para viver algo diferente ou mesmo quando um desconforto interior surge levando a seguinte informação ao cérebro: “É melhor parar por aqui!” Ali está o “Freio de mão” em estado de alerta e o que acontece? Quem age assim interrompe a emoção, bloqueia a passagem livre e natural do sentimento embotando-o.
E sabe por que muitos fazem isso? Por medo! Medo....Medo...Medo(s)!
Medo da perda... do envolvimento... da felicidade! Resumindo: medo de se envolver, ser feliz e depois perder!
Enquanto não se aprende a lidar com esse “fantasma” chamado “medo”, os (des) encontros acontecem: a mulher que ama demais se apaixona pelo homem “gato escaldado”: que tem medo de amar.
Homem equilibrado se envolvendo com mulher “paranoia!”
Mulher “proativa” se relacionando com homem “sem atitude.”
Homem romântico cortejando mulher “ferida na casca” (foi traída, abandonada e hoje é – extremamente – desconfiada!)
Mulher flexível amando aquele homem “obsessivo por controle.” Enfim, acho que depois que escrevi essas linhas acima, comecei a entender o porquê de tanta curiosidade envolvida nos assuntos: homem + mulher = relacionamento!

Quer saber? Enquanto a superfície for mais instigante do que a profundidade, certamente, o que mais veremos será a visão distorcida do amor como um vidro embaçado: pouca visibilidade e sem muitos atrativos. Isso porque nem todo mundo consegue perceber que: “do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama de violentas às margens que o comprimem.”
( Bertolt Brecht)

                              Fonte da imagem: http://colunas.revistaepoca.globo.com/

Então, será que compensa viver na superficialidade fingindo viver um “pseudoamor?”

SUPER INTERESSANTE:

Pesquisa: homens e mulheres buscam “química” no amor e não toleram “trapaças”

http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher


                 Características: Homem X Mulher (Só clicar no link acima e ver a reportagem toda!)



                Quer saber como perder uma mulher em um relacionamento?Então leia aqui:  http://et7ra.com.br/

Fonte: kdfrases.com


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Liberdade de expressão infantil



Não subestime uma criança, pois ela pode saber mais do que se pensa!
Josimara Neves

            Quem nunca ouviu alguém dizer que criança não entende nada e, por isso, pode-se dizer qualquer assunto perto dela? Grande engano! As crianças são sensíveis e compreendem mais do que julga a nossa vã filosofia! Por isso, deve-se evitar falar certas “coisas” na presença delas, principalmente quando quem fala não está preparado para explicar-lhes quando começam a indagar sobre o assunto.

            A criança comumente pega o sentido das coisas baseado na literalidade do que é dito, faz associações, questiona, é curiosa e não se preocupa com questões de aceitabilidade social: quando gosta, demonstra! Quando não gosta é até rude em certas situações! Apontarei alguns exemplos que enfatizam melhor o que quero dizer:

LITERALIDADE: quando eu era criança morria de medo de “tomar bomba”  (“bombar”), ou seja, repetir de série. Eu achava que se fosse reprovada seria amarrada numa espécie de bomba-foguete e lançada ao espaço/céu! E, com tanto medo desse “fenômeno” que minha mente produziu, vivia chorando temendo tirar notas baixas e ser “eclodida!” Para mim, “bombar” era uma forma de explosão. Nunca ninguém me disse que era um termo (uma palavra) usado para dizer que quem não obtinha a média necessária teria que fazer novamente a mesma série! Hoje eu penso sobre isso e me pergunto: “___ Será que isso já era  sintoma da minha mente viajante?” (risos)
Ex²: a criança atende ao telefone e a mãe pede para dizer que não está. Ela pega o telefone e fala: “___ A minha mãe pediu para dizer que não está!”
PS: as crianças têm o dom de nos deixar em grandes “saias justas!” (rsrs)


ASSOCIAÇÕES: certa vez uma amiga comentou que estava no elevador com a filha e, no elevador, tinha um homem negro com uma perna só, logo a criança disse pra mãe: “___ Olha o “Saci Pererê!” Coitada! Fico imaginando a cara de pasto dela dentro do elevador torcendo para que parasse o quanto antes. Ela ficou sem reação, lógico! Crianças passam muita vergonha nos adultos com as “associações” no estilo sofista: “Steve Wonder é cego. O amor é cego, logo Steve Wonder é o amor!” Lógico que sim!!! Para a criança isso faz sentido!

CURIOSIDADES: uma prima estava grávida e a filhinha dela de seis anos lhe perguntou: “____ Mãe, a minha irmãzinha só toma banho quando a senhora bebe água?”  Pergunta interessante essa, não?
Certa vez a minha sobrinha que na época tinha cinco anos me questionou:
“____ Tia, por que os homens das novelas tiram a blusa quando chegam perto das mulheres?” Fiz cara de tacho e respondi: “___ Porque lá no lugar que eles estão faz muito calor!” Sinceramente, naquele momento foi o melhor que eu pude responder em cinco segundos de elaboração.

ACEITABILIDADE SOCIAL: eu já trabalhei como babá e também já olhei esporadicamente muitas crianças sendo que uma delas (um menino) fez um desenho para mim e disse: “___ Eu fiz pra você!” Olhei para o desenho e ele completou:
 “___ É uma bosta, pois é isso que você merece: uma bostinha!”
Nossa, acho que naquele momento eu me senti, L-I-T-E-R-A-L-M-E-N-T-E uma bosta! Acho que foi a forma que ele encontrou de expressar que não ia com a minha cara e como não se importava com o quesito “aceitabilidade social” encontrou a sua maneira de me transmitir o recado.

Ontem (15/02/13) eu pedi para a minha sobrinha ( de seis anos) para fazer uma tarefa na qual teria que escrever sobre o amor mostrando o que ele representa pra ela e, depois faria um desenho que o simbolizasse. Eu mostrei a folha que fiz e expliquei-lhe sobre a atividade que teria que fazer. Então ela me disse:  

“___ Tia, mas eu não sei como fazer!”

Comumente, eu costumo estimulá-la e não faço pra ela, ao invés disso sempre digo:
“___ Consegue sim!”

Falei isso e a deixei fazendo a atividade... Passaram-se alguns minutos, ela entrou no meu quarto com a tarefa concluída e eu quase chorei quando vi o que tinha feito. E depois dizem que criança não entende nada! O desenho e a frase me fizeram perceber a importância dos exemplos no âmbito familiar, pois ela mostrou o quanto o amor é uma forma libertária de viver e, mais, captou tal sentimento exemplificando-o na união da nossa família que, para ela, é a maior prova da existência do amor e é quando, verdadeiramente, se sente amada: quando estamos todas juntas (moramos em cinco mulheres)! Vejam logo embaixo, tirem as suas próprias conclusões e ao invés de subestimarem a capacidade das crianças aprendam a valorizá-la!

Que possamos aprender com as crianças a manifestar emoções e exercer livremente a nossa capacidade de expressão!